Injustiça no BBB 20, direção se omite a punir participante

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Neste domingo o apresentador Tiago Leifert comunicou que após 24 horas de análise a direção do BBB 20 não chegou a conclusão da corrida entre Pyong e Petrix. Público reclama de injustiça com o Pyong e que a direção está se omitindo a punir o Petrix pelo simples fato que ele está causando na casa mais vigiada do Brasil.

O big fone tocou pela primeira vez, Pyong e Petrix estavam mais próximos e correram juntos, Petrix um pouco atrás logo se vê sua perna encostando na de Pyong por trás e logo em seguida a mão de Petrix na cabeça de Pyong que caí e Petrix passa por cima (em câmera lenta da pra observar com mais excelência).
Ao atender o big fone o participante tinha que indicar um participante ao paredão e Petrix indicou o próprio Pyong pra revolta dos fãs. “Além de derrubar, ainda indicou ao paredão, cara de pal não, depois… ” Alguns comentários pedindo a expulsão do participante por agressão outros não enxergaram o empurrão e sim a queda e Petrix apenas passou por cima dele a pois ele tropeçar.

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No texto lido por Leifert, a descrição foi muito diferente: “Eles disputaram cada centímetro da corrida e acabaram se trombando”. Deve ser o primeiro caso em que uma pessoa que está liderando uma corrida “tromba” na que está atrás.

“Conversamos com muita gente, ouvimos muitas opiniões, inclusive a de vocês, que se manifestaram na internet e através da Central de Atendimento da Globo”, leu Leifert. “Tem gente que acha que o Petrix empurrou; tem gente que acha que o Pyong caiu sozinho antes; tem gente que acha que o Pyong se jogou na frente do Petrix; tem gente que acha que nada aconteceu.”
A pior parte do texto veio a seguir: “Foi impossível chegar a um consenso quanto a esse lance”. Ora, desde quando a direção do “BBB” toma decisões com base em consenso? A direção do programa até ouve opiniões do público, mas sempre decide sozinha. Por que, neste caso, seria diferente? Inexplicável.

Vamos lembrar do caso de Haryane participante do BBB 19 que é expulsa ao empurrar sua amiga Paula, Paula implorou a produção para não expulsar sua amiga, disse que não foi agressão e mesmo assim a direção não mediu esforços ao punila expulsando do programa.

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Na sequência, Leifert leu: “Em duas coisas a gente aqui concorda: não houve agressão; houve, sim, por parte dos dois jogadores, imprudência. Nenhum dos dois tirou o pé. Houve um excesso de vontade das duas partes, que beirou o perigo, na nossa opinião.”
Pyong foi responsabilizado por algo absurdo: não ter diminuído o ritmo da corrida. Como que alguém que está à frente de uma disputa vai “tirar o pé”? Não faz sentido.
“É louvável que eles estejam jogando com tanta vontade, mas o BBB não quer que ninguém se machuque. foi jogo perigoso por parte dos dois jogadores”, concluiu o texto lido pelo apresentador.
Em vez de cancelar o Big Fone, a decisão, então, foi cancelar a prova de “Bate e Volta”, criando um paredão quádruplo, com Petrix, Pyong, o indicado pelo líder (Babu) e o voto da casa (Hadson). A escolha assegurou a presença do ginasta no paredão – ele poderia se salvar se disputasse a prova com o mais votado da casa.

Pelo que indicam as enquetes, Pyong não corre o risco de ser eliminado, mas isso não diminui a injustiça do que ocorreu. E mais: vítimas de injustiça tendem a ganhar simpatia do público. Por isso, a decisão equivocada da direção do programa tende a ter repercussões que vão além do paredão desta terça-feira.

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