Gizelly fala da violência doméstica que a mãe sofreu por muito tempo

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Gizelly voltou para sua terra natal após eliminação e cumprir todo roteiro ao sair da casa mais vigiada do Brasil, e em entrevista ao jornal capixaba A Gazeta, a advogada explicou algumas polemicas, principalmente a que envolvia Babu, que gerou uma grande repercussão quando a sister ainda estava no confinamento. Gizelly fala da violência doméstica

Gizelly citou a fala de Babu e o criticou, em determinado desentendimento, “Babu chegou a afirmar que se tivesse 20 anos a menos bateria em Daniel”. Daniel causou alguns desentendimentos principalmente com o pessoal que ficava sempre na xepa, pois ele sempre cometia erros e gerava punições diminuindo as estalecas que servia para comprar alimentos.

Nas redes sociais, a postura de Gizelly com relação a Babu, foi muito criticada, o que fez a advogada se tornar “a cancelada” do momento. Gizelly fala da violência doméstica

“Em relação ao Babu: quando uma pessoa vira e fala que queria bater em alguém, vira e fala que ia resolver com ‘duas porradas’… Para mim, é a sustador! E atinge um ponto dentro de mim que só eu sei o que vivi. Só eu sei o que é, com 2, 3, 4 anos de idade, ver seu pai espancar sua mãe todo dia, viver acuada no ambiente da violência doméstica. O único dia que meu pai não bateu na minha mãe foi no dia em que ele morreu”, disse ela ao jornal.

Ainda no confinamento Gizelly falou algumas vezes sobre o ocorrido na sua infância, a mãe de Gizelly falou que a infância da filha foi muito marcada por essas agressões.

“Eu era muito agredida pelo pai dela, tenho vergonha de falar sobre isso, mas já que o Babu é muito agressivo e meteu o dedo na ferida da Gizelly, preciso explicar por que ela não pode ouvir falar em violência. Ele me batia desde quando ela estava no meu ventre. E hoje eu sou muito revoltada porque naquele tempo não existia nenhuma lei que amparasse as mulheres”, disse Márcia, que se casou aos 19 anos e sofreu violência física e psicológica. Gizelly fala da violência doméstica

O marido morreu quando ela tinha 27 anos e Gizelly ainda era uma criança, de 6 anos. “Se ele estivesse vivo eu teria 30 anos de casada. Mas ele ia chegar a um limite de me matar. Tudo era motivo para ele partir para a agressão: se eu tivesse ciúme dele, ele me agredia. Ele me batia no rosto, eu ficava 15 dias com o olho roxo e a Gizelly via tudo. Para mim, só o fato de ela estar viva, já a torna mais do que uma vencedora. Mas ele era um bom pai, não batia nela, mas me batia na frente dela. Se ele chegasse tarde à noite e eu perguntasse por que ele demorou, ele me batia. E como ele pagava as contas, me dizia que quem mandava era ele. Nunca fiz uma denúncia porque ele me ameaçava, ele dizia que se eu fosse procurar a polícia, ele me matava ou matava alguém da família. Ele sacava arma para me matar, só andava armado. A gente vivia na roça”, lamentou ela, que costumava evitar falar dessa fase da vida. Gizelly fala da violência doméstica

Gizelly disse que não quer levar os desentendimentos vividos com os participantes na casa para a vida fora do reality. “Para mim, ficou claro que as questões com o Hadson, Felipe e Lucas ficaram lá dentro. Aqui, fora, a gente recebe tanto amor que eu não quero me desgastar com coisa pequeno de jogo. Nossa ideologia era totalmente diferente”, afirmou.

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